Serviços em detalhe
Estrutura institucional, profundidade comercial.
A Pipe Ventures estrutura operações de dívida, participação societária e fusões e aquisições para empresas que já provaram seu valor e precisam de um parceiro independente para acessar o mercado de capitais com inteligência.
Dívida estruturada (ou como a Faria lima gosta de falar, DCM)
Captar dinheiro não deveria significar aceitar as condições que o banco impõe.
O crédito bancário tradicional tem seu lugar — mas raramente é o mais barato, o mais flexível ou o mais adequado para uma empresa que está crescendo. O mercado de capitais oferece alternativas reais, com condições melhores e sem a dependência de um único credor.
Nosso trabalho é entender o seu momento, o seu projeto e o seu caixa — e então estruturar a captação que faz sentido para você, não a que é mais fácil de vender para o mercado.
Situação típica: Sua empresa tem resultado, tem histórico, tem garantias, mas continuam te cobrando taxas de quem não tem nada disso. Ou pior: te oferecem crédito com prazo curto, garantias excessivas e burocracias que travam a operação.
O que estruturamos: CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) — para empresas com lastro em operações imobiliárias. Permite captar com isenção de IR para o investidor, o que se traduz em taxas melhores para você. CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) — equivalente ao CRI, mas com lastro em operações ligadas ao agro. Um dos instrumentos mais acessíveis para empresas do setor. FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) — ideal para empresas com recebíveis relevantes. Você antecipa caixa sem comprometer o balanço como uma dívida convencional faria. Debêntures — títulos de dívida emitidos diretamente pela sua empresa, com flexibilidade de prazo e remuneração. Podem ter incentivos fiscais dependendo do setor e do destino dos recursos. CVM 88 / Equity Crowdfunding de Dívida — alternativa para captações menores, com acesso a uma base ampla de investidores de forma regulada. Entre outras opções.
Case: Estruturamos um CRA para uma revendedora de insumos agrícolas que precisava antecipar recebíveis com custo menor do que as linhas bancárias disponíveis. Do primeiro contato ao fechamento, coordenamos toda a operação junto a todos os agentes envolvidos, garantindo uma distribuição com garantia firme em favor à empresa.
FAQ: Minha empresa se qualifica para um CRA/CRI? Para um CRA, sua empresa precisa ter atividade ligada ao agronegócio, pode ser produção, distribuição, insumos ou serviços para o setor. Para um CRI, sua empresa precisa ter atividade ligado ao setor imobiliário. Além disso, precisamos de recebíveis elegíveis, histórico operacional e resultado positivo. Se você não tem certeza, conta pra gente, a qualificação leva menos de uma conversa.
Qual o tamanho mínimo de operação que faz sentido? Para a maioria dos instrumentos de dívida estruturada, operações abaixo de R$ 10 milhões raramente justificam o custo de estruturação. O ponto ideal começa a partir de R$ 50 milhões, a depender do caso.
Quanto vou gastar para estruturar? Os custos variam com o instrumento e o volume, mas na média envolvem assessoria jurídica, registro e comissão do coordenador. Para operações entre R$ 15–50 milhões, trabalhe com uma estimativa de custo total entre 2–4% do valor captado — parte pago na estruturação, parte embutido na operação.
Participação Societária (ou como a Faria Lima gosta de falar, ECM)
Às vezes o próximo passo da sua empresa não é uma dívida. É um sócio.
Crescimento acelerado, aquisições, expansão para novos mercados — há momentos em que levantar capital via equity é mais inteligente do que comprometer o caixa com amortizações. E há momentos em que um sócio estratégico vale mais do que qualquer recurso financeiro.
Nosso papel é ajudar você a chegar nessa conclusão com clareza — e, se fizer sentido, estruturar e conduzir o processo do início ao fim.
Situação típica: Você identificou uma oportunidade grande, seja uma expansão, uma aquisição ou um novo mercado. O caixa não acompanha o tamanho da ambição. Você sabe que precisa de capital novo, mas não quer se diluir mais do que o necessário nem trazer alguém que vai atrapalhar mais do que ajudar.
O que estruturamos: Private equity e venture capital — conexão com fundos que investem no perfil e no momento da sua empresa. FIP (Fundo de Investimento em Participações) — veículo regulado para entrada de investidores institucionais no capital da sua empresa. Investidor estratégico — quando o valor não está só no cheque, mas no que o sócio traz em distribuição, tecnologia ou mercado. Estruturação pré-IPO — para empresas que já estão pensando na abertura de capital e precisam organizar o cap table antes. Entre outros aspectos inerentes ao processo de entrada de novos sócios.
Case: Ajudamos uma empresa de tecnologia na captação de recursos para expandir sua atuação nos Estados Unidos, conduzindo o processo de encontrar potenciais investidores para aportar novo capital.
FAQ: Vou perder o controle da minha empresa? Depende do quanto você capta e de como estrutura o acordo. Existem formas de trazer capital sem perder o controle operacional, ações preferenciais, acordos de voto, cláusulas de proteção. Essa é exatamente a parte que a gente cuida.
Como é calculado o valor da minha empresa? Valuation não é uma ciência exata, é uma negociação com base em dados. Usamos múltiplos de mercado, fluxo de caixa descontado e comparáveis de setor para chegar num número defensável. O objetivo é que você entre na negociação com o argumento mais forte possível.
Qual o perfil de investidor que vocês acessam? Fundos de venture capital e growth equity, family offices brasileiros e internacionais, e investidores estratégicos do setor. O perfil depende do estágio e do setor da empresa.
Fusões e Aquisições (ou como a Faria Lima gosta de falar, M&A)
Comprar, vender ou se unir. Decisões que definem gerações.
Não existe transação de M&A pequena. Mesmo operações de porte médio envolvem complexidade jurídica, fiscal e financeira que pode custar caro se conduzida sem o assessor certo — ou com o assessor errado.
Estamos aqui para que você chegue no fechamento entendendo cada vírgula do que foi negociado. Sem surpresa. Sem pedágio. Sem conflito de interesse.
Situação típica: Você passou décadas construindo algo de valor. Ou está de olho numa empresa que faria sentido absorver. Em qualquer dos dois casos, o que separa um bom negócio de um negócio ruim não é só o preço, é quem você tem do seu lado, o que está no contrato e o que foi deixado de fora.
O que estruturamos: Buy-side — quando você quer comprar. Identificamos alvos, avaliamos, estruturamos a oferta e conduzimos a negociação. Sell-side — quando você quer vender. Preparamos a empresa, mapeamos compradores, gerenciamos o processo e maximizamos o valor para você. Fusões e joint ventures — quando juntar forças faz mais sentido do que comprar ou vender. Valuation independente — quando você precisa de uma opinião técnica sem conflito de interesse.
Case: Fomos mandatados por uma família que buscava vender a empresa que tinham, atuamos na ponta vendedora no caso, encontrando um potencial comprador que fez um preço e termos extremamente vantajosas, realizando a venda em termos melhores do que a família esperava anteriormente.
FAQ: Como sei se é hora de vender minha empresa? Não existe resposta certa para essa pergunta, mas existe uma forma inteligente de avaliar. A gente ajuda a calcular o valor atual do negócio, projetar cenários futuros e entender se o momento de mercado favorece uma venda. Sem pressão, sem viés.
Quanto tempo leva um processo de venda? Entre 6 e 18 meses, dependendo da complexidade. Processos bem preparados tendem a ser mais rápidos e geram propostas melhores.
Vocês cobram se a operação não fechar? Trabalhamos com uma estrutura de honorários que combina um valor de engajamento e um sucesso atrelado ao fechamento. Os termos são acordados no início do processo, sem surpresa.